A residência na Medicina





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Doze horas por dia no hospital e um plantão noturno por semana rendem aos médicos recém-formados contato com cenas que até então eles só conheciam através dos livros.

Jornadas esticadas e plantões noturnos são característicos na vida de um recém-formado. A rotina pesada acaba com a perspectiva de frequentar baladas, shoppings e academias, entre outros resquícios da adolescência.

A fase mais aguda do amadurecimento dos médicos ocorre no 1º ano de residência. Ela coincide com um período carregado de vivências e emoções marcantes: o primeiro ataque cardíaco, o bêbado que dá escândalo no PS, a cirurgia que termina em morte.
A expectativa nas costas de um médico é alta. Todo doente quer recuperar-se de forma rápida, indolor, sem sequelas e, preferencialmente, de graça. Os hospitais, por sua vez, nem sempre dispõem dos melhores equipamentos e remédios para fornecer o tratamento. Entender que não há super-homem que resolva situações assim faz parte do rito de passagem entre a vida de estudante e a de profissional.

A forma mais eficiente de ganhar tal experiência, atestam especialistas do mundo inteiro, é por meio de um programa de residência. Trata-se de um treinamento intensivo da prática do hospital, que equivale à pós-graduação em outras carreiras, por ser uma opção para os já formados.

Aos estudantes de medicina, muito conteúdo o tempo todo para quando chegar nesta fase, colocar em prática o que aprendeu na teoria.


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