Valorização e crescimento da Fisioterapia






De um tempo para cá, os meios de comunicação  deram maior visibilidade a Fisioterapia profissão, por meio da divulgação do trabalho feito junto a esportistas, por exemplo.
Outro elemento que aumentou a procura pela área foi a imagem de relativa proximidade com a medicina; a imagem de um profissional que pode trabalhar com cuidados dirigidos à saúde, em hospitais, que usa vestimentas similares, bem como a menor disputa por vagas no vestibular atraiu muitos jovens para a área, mesmo que de forma parcialmente equivocada
Isso fez com que o número de vagas em cursos universitário fosse ampliado, o que trouxe consequências em relação a uma maior competitividade no mercado. Como ocorre com todas as profissões, aumentaram também as exigências quanto à melhor qualificação, tanto no sentido de busca de cursos de graduação de melhor qualidade como na procura de especializações constantes em cursos livres e de pós-graduação. Nesse sentido, o empenho quanto ao desenvolvimento pessoal e profissional também cresceu, produzindo efeitos positivos para quem necessita dos serviços deste profissional.
O curso aborda disciplinas ligadas à biologia do corpo humano, como a dinâmica fisiológica, anatomia, efeitos de doenças, estrutura muscular, além de matérias ligadas às estratégias de contato com os outros e técnicas de intervenção sobre as estruturas corporais. A profissão volta-se para a recuperação de pacientes com dificuldades de movimento causadas por acidentes, má-formação genética, problemas de postura, acidentes cerebrais vasculares, etc.
A profissão de fisioterapeuta é regulamentada no país. Além do diploma de bacharel em Fisioterapia, o profissional deve obter um registro no Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Crefito) para atuar nesta área.
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